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CONHEÇA O BRASILEIRO QUE PILOTOU PARA HITLER NA 2ª GUERRA

Ele nasceu em Curtitiba, Paraná, e viveu no Brasil até pouco antes de completar 18 anos. O piloto Egon Albrecht foi o único brasileiro condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro, por seu desempenho na Luftwaffe, onde cumpriu com êxito 25 missões.

Egon nasceu em 19 de maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht. Partiu para a Alemanha antes de completar os 18 anos, já que era membro da Hitlerjungend, onde só podia permanecer enquanto fosse de menor idade.

Na guerra foram 15 vitórias na Frente Oriental e outras dez na Frente Ocidental, incluindo a destruição, em batalha aérea, de pelo menos seis bombardeiros quadrimotores. Ele ainda bombardeou outras 11 aeronaves em solo, na Frente Oriental.

CRUZ DE FERRO – Albrecht foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro no dia 25 de Maio de 1943 pelas suas 15 vitórias aéreas, outras 11 aeronaves destruídas em solo, 162 veículos motorizados, 254 veículos diversos, 3 locomotivas, 8 posições de Flak, 12 armas anti-tanques e 8 posições de infantaria destruídos em solo.

Do ponto de vista do Direito Internacional Privado da época, para a Alemanha, Egon Albrecht era cidadão do Terceiro Reich, ou seja, era alemão. Mas para o Brasil, era brasileiro, porque nasceu e viveu por quase duas décadas em território brasileiro, podendo optar por uma das duas nacionalidades.

MORTE – Em 25 de agosto de 1944, durante uma missão de combate, Egon Albrecht foi forçado a abandonar a formação devido a um problema no motor de seu avião (um Messerschmitt Bf 109G-14, werkenummer 460593, código “schwarz 21”).

Enquanto retornava para sua base sozinho, seu avião foi atacado por caças norte-americanos – não se sabe qual a unidade específica – e foi abatido próximo a St. Claude, noroeste da cidade de Creil (França).

Embora Albrecht tenha conseguido saltar de pára-quedas , ele chegou morto ao chão, onde seu corpo foi saqueado por civis. Ainda hoje especula-se se teria sido ferido em combate ou se foi metralhado pelos caças inimigos enquanto estava no pára-quedas, algo não incomum naqueles dias.

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